» » » Padrasto de criança assassinada em sumé mata suspeito dentro de cela

Mais um desfecho De forma trágica, assim se deu mais uma capitulo do crime do garoto Everton de cinco anos, encontrado estrangulado na cidade de Sumé na última terça-feira (13).

Durante a madrugada desta sexta-feira (16) João Batista Alves de Souza um dos quatro que estavam presos suspeitos do crime, segundo informações passadas por Daniel Ferreira dos Santos padrasto teria confessado a autoria do assassinato a Daniel, que revoltado matou Batista enforcado com a camisa dentro da cela.

Muitas duvidas surgem ao longo dos dias, ate o momento todos são suspeitos as investigações seguem em andamento.

Ainda de acordo com o diretor do presídio PB1, Leandro Batista, o padrasto assumiu em depoimento à polícia que matou o suspeito após ouvir um relato com detalhes da morte do seu enteado. “A vítima, que era deficiente mental, deu detalhes do que teria feito com a criança. O padrasto contou que perdeu o controle e o atacou. Apenas os três presos neste caso estavam nesta cela”, comentou o diretor.


O padrasto, o homem que tinha deficiência mental e o vizinho da criança, presos por suspeita de envolvimento com o assassinato e a mutilação do corpo do menino de cinco anos, foram transferidos para o presídio de João Pessoa na quinta-feira (15). Os três homens foram presos na noite de terça-feira (13) suspeitos de terem matado e mutilado o corpo da criança de cinco anos. A mãe da criança também está sendo investigada pela morte e também está presa no Presídio Júlia Maranhão.

Conforme Leandro Batista, o Samu chegou a ser chamado para prestar socorro, mas quando entrou no presídio, o detento já estava morto. O terceiro suspeito de envolvimento com o homicídio, afirmou à polícia que estava dormindo e não viu a morte do colega de cela. O corpo foi periciado por uma equipe do Instituto de Polícia Científica (IPC) e encaminhado para Gerência de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), na capital paraibana.

“Nas primeiras análises do corpo, não houve luta entre o padrasto e o deficiente mental. Ao que tudo indica, o padrasto teria se aproveitado de um momento de distração e estrangulado o outro suspeito. Ele prestou depoimento e voltou no início da manhã desta sexta-feira ao presídio”, comentou o diretor do PB1. Leandro Batista completou também que os três suspeitos do caso foram colocados na mesma cela pois não havia, aparentemente, riscos à integridade dos suspeitos.

“Conseguimos uma cela separada para que os três não tivessem contato com os demais detentos. E até então, não tínhamos detectado nenhum problema entre eles, ou chegado até nós algum pedido de mudança por ameaça de morte ou alguma briga entre os três”, comentou.


Prisão temporária
O pedido do delegado do caso foi atendido e a Justiça da Paraíba decretou na terça-feira (14) a prisão temporária do padrasto e da mãe da criança encontrada morta e mutilada na cidade de Sumé. Na decisão, o magistrado Marcos Aurélio Pereira Jatobá Filho argumenta a necessidade da prisão temporária dos suspeito, como forma de propiciar melhores condições de esclarecimento do caso.





tv cariri com g1

Postador Sebastião Barbosa

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